terça-feira, 14 de abril de 2009

Sex, Lies & Videotapes

Passei dias incríveis, em um dos meus lugares preferidos no mundo, com QUASE todas minhas pessoas igualmente preferidas. Acho que isso merece um destaque especial por essas bandas porque realmente precisava disso. E vai ser muito dolorido ir embora, mais uma vez. Não sei se mais do que em outras situações.

Sim. É mais um post com lagriminhas nos olhos e sem dancinha na esteira, na verdade. Porque, depois de ser muuuito paparicada pela Picklerzada (sim audiência, eu sou uma mocinha de família, a preferida de quase todas as tias, etc, etc, etc...) o questionamento que está permeando minha mente nas últimas horas é: por que ser tão auto-destrutiva? Por que ser escrava de certas vontades e render-se a elas, mesmo sabendo que as chances de levar na testa são GIGANTESCAS?

Ok, Ana Bender, eu tenho medo. Prefiro manter pseudorelações com pessoas que, SEI, não tem futuro, do que buscar algo palpável. Então eu fujo e tento provar pra mim - talvez para o mundo - que sou capaz. Dar um sacode na insegurança (ao menos na minha imaginação, porque a merda continua a mesma) e fazer algo que mostre o contrário do que meu cérebro faz questão de gritar! É engraçado como alguns desavisados levam o personagem pra cama e É fatal. Engraçado pra eles, claro. Porque, pra mim, não há diversão (na maior parte do tempo). Alguns compram e, mesmo ficando em dúvida se é isso ou não, continuam a crer piamente, por ser mais fácil de lidar. Nada de novo. O que pode acontecer é SE DAR uma importância que simplesmente (ou seria infelizmente?) você não tem. Eu faço muito isso: carrego a culpa do mundo nas costas e algumas pessoas continuam me ignorando solenemente. Ok, nem tão solenemente assim. Apenas, ignorando.





3 comentários:

  1. Mas então, desde que bloquearam o blogspot lá no trabalho que eu ando meio desatualizado na vida. E consequentemente minhas visitas diminuiram drasticamente. E eu li esse post de manhã, e eu queria ter comentado na hora, mas não consegui, mas sabe-se lá porque eu tô com aquele livro que fala sobre auto-sabotagem na cabeça. Talvez seja relevante de acordo com a história (ou não). Enfim, mil coisas... Bjos

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  2. Hora de lamber as feridas e esperar, Ana...

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